Santo Antônio do Pinhal


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Santo Antônio do Pinhal, localizada na Serra da Mantiqueira possui um dos picos mais atraentes dos que praticam esporte de aventura no voo livre. O Pico Agudo possui 1.700 metros de altitude e possui visão 360 graus, podendo avistar o Vale do Paraíba e a Pedra do Baú de São Bento do Sapucaí.

O charme de Santo Antônio do Pinhal está também na Estação Eugênio Lefévre, cuja ferrovia liga as cidades de Campos do Jordão e Pindamonhangaba.

O clima de montanha propicia festas no inverno com os atrativos gastronômicos, como a festa do pinhão e truta.

Região com grande influência da igreja católica em sua origem e por isso, mesmo fazendo aniversário de emancipação política em janeiro, comemora civicamente no dia 13 de junho, dia do santo casamenteiro Antônio, festa que é comemorada muito antes da emancipação política da cidade. Portanto, um santo forte que revela que a cidade tem muito mais anos de história do que está registrado na emancipação.

 

Dados Gerais de Santo Antônio do Pinhal

 

Localização: Santo Antônio do Pinhal está localizada no Vale do Paraíba, região Sudeste do Estado de São Paulo, cercado pela Serra da Mantiqueira.

Rodovias de Acesso:

Rodovia SP-50 – Rodovia Monteiro Lobato

Rodovia SP-46 – Rodovia Osvaldo Barbosa Lobato

Rodovia SP-123 – Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro

Como chegar: De São Paulo, pegue o sistema Ayrton Senna-Carvalho Pinto (SP-070) e siga pela Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro (SP-123), que começa em Taubaté. Quem chega do Rio de Janeiro pega a mesma estrada a partir da Via Dutra (BR-116). A SP-123 é bem conservada e tem uma bela vista. Duas curvas após o túnel, entre a esquerda no trevo e pegue a Rodovia Oswaldo Barbosa Guisardi, percorrendo pouco mais do que 4 km até Santo Antônio.

Data de emancipação política: 26/01/1960

Data de aniversário da Festa do Padroeiro Santo Antônio: 13/06/1861

Data em que a freguesia foi criada: 23 de março de 1861

Altitude: 1.143 metros

População: 6.560 habitantes (IBGE 2007)

Área Total: 133 Km²

Densidade: 49 hab/km²

Clima: Tropical de altitude, com chuvas de verão mais intensas devido à ação da massa tropical atlântica. No inverno, as frentes frias originárias da massa polar atlântica provocam geadas que embelezam a paisagem.

Temperatura: média de 23º C no verão e média de 6º C no inverno

Principais Fatores Turísticos: Estância Climática, Turismo Rural, Ecológico e de Aventura.

Topografia: Possui uma superfície de aproximadamente 133 km² em topografia serrana, com declínio, relevo antigo de morros arredondados. Vales não muito profundos, tendo quase todos eles pequenas áreas semiplanas, numa altitude que varia entre 1.200 a 1.890 metros acima do nível do mar.

 

HISTÓRIA

 

A história quem nos conta é o historiador Zildo Aparecido da Silva. No ano 1811 ocorreu a abertura oficial da estrada ligando São Paulo e Minas Gerais. A história de Santo Antônio do Pinhal tem seu marco inicial quando se fala do grande acontecido “Queima do Rancho”, em 1814, no alto da serra, (confira abaixo).

Em 1827 a região foi anexada à freguesia de São Bento do Sapucaí.

Zildo informou que há documento que comprova a construção de uma capela em 1852.

Naquela época a cidade era denominada “bairro Pinhal” e pertencia a São Bento do Sapucaí e com a capela, houve doação de terras ao santo de devoção dos doadores, o “Santo Antonio”.

Contou Zildo que a partir do povoado com capela, mantida pelos senhores das terras, a capela possuía fregueses que mantinham um pároco, assim sendo, possibilitava a criação da freguesia.

A freguesia, então, foi criada no dia 23 de março de 1861.

Neste mesmo ano, de 1861, no dia 13 de junho, foi celebrada a primeira festa do santo padroeiro, há 158 anos em 2019.

E por fim, a conquista da independência, só ocorreu em 26 de janeiro de 1960. Portanto, Santo Antônio do Pinhal tem 59 anos da emancipação política em 2019.

 

Mas por que então que a administração da cidade diz que sua fundação é de 13 de junho de 1960? Inclusive está no Wikipedia.

As datas anteriores chegam perto da suposta data indicada pela Prefeitura, mas ainda não bate. 13 de junho de 1960 é uma data sem histórico, sem documento.

 

Conheça a história da “Queima do Rancho”

 

Como já foi dito acima, o historiador Zildo conta que a cidade lá no começo era um simples caminho de passagem que ligava as capitanias de São Paulo (criada em 1714) e Minas Gerais (criada em 1720). O local pertencia a Pindamonhangaba, próspera cidade do vale do Paraíba, de pessoas importantes e de grande poder, mas que sempre teve suas divisas ultrapassadas pelos mineiros comandados pelo capitão-mor de Jagoari-MG.

“Precisamente, em 31 de agosto de 1814, depois de inúmeros despachos entre os dois capitães e até mesmo com ofensas, foi exigido do capitão-mor Manoel Furquim de Almeida comandante de Jagoari-MG que retirasse o “Rancho” feito em local pertencente a São Paulo, devido ao fato de existir um outro “Rancho” na divisa correta das capitanias.

Precisamente, o bravo capitão-mor de Pindamonhangaba Ignácio Marcondes do Amaral, vassalo fiel e zeloso dos reais interesses, percebeu que a vontade dos mineiros não era somente de manter controle sobre os tropeiros que atravessavam a região e sim de mudarem a divisa para o alto da serra que é um divisor natural de águas”.

Zildo ainda informa que onde hoje está a estação do trem Eugênio Lefévre é o local onde foi construído o Rancho. “Em 28 de novembro de 1814 o capitão-mor de Jagoari-MG Manoel Furquim de Almeida, foi informado pelo alferes-comandante José Pereira Mascarenhas Pessanha “que botaram fogo no quartel que se fez na Serra da Mantiqueira, e que tudo se queimou, e que foram mandados os que deitaram o dito fogo pelos empregados na Câmara da Vila de Pindamonhangaba”. Nesse momento deu-se batismo de fogo de nossa região, e o grande capitão-mor Ignácio Marcondes do Amaral, nosso benfeitor, com essa atitude, criou a expressão “subir a serra”, quando a paciência se esgota, não medimos esforços para mantermos o que é nosso”.

 

Vamos reforçar os documentos?

 

A criação da freguesia deu-se pela lei número 2 de 23 de março de 1861.

A lei 13, de 16 de março de 1880, elevou a freguesia a distrito.

Em 26 de janeiro de 1960 o distrito tem sua emancipação política.

 

ESTAÇÃO EUGENIO LEFÉVRE

 

Relíquia da história ferroviária do Brasil, ligando Pindamonhangaba, Santo Antônio do Pinhal e Campos do Jordão nos trilhos para um passeio de trem.

Na Estação Eugênio Lefévre encontra-se o Mirante de Nossa Sra. Auxiliadora com vista para o Vale do Paraíba.

 

ECCO PARQUE JARDIM DOS PINHAIS

 

Primeiro parque de jardins temáticos do Brasil, que tem a natureza como sua atração principal.

 

MIRANTE DO CRUZEIRO

 

Local com vista panorâmica da cidade

 

FAZENDA RENÓPOLIS

 

Fazenda cuja mata nativa foi recuperada. Hoje abre para visitação, possui loja com artesanatos, casa de chá.

 

IGREJA DE SÃO BENEDITO

Construída na década de 40. Por sua posição privilegiada pode ser vista de vários pontos da cidade.

 

TRILHAS

 

Trilha da Cambraia (Luminoso)

Trilha de nível médio de dificuldade e de beleza exuberante. Do seu ponto mais alto se avista o Pico Agudo. Saindo do centro da cidade, inicie a caminhada pela Estrada do Barreiro. Passando a Escola Noé Alves Ferreira, vire a primeira à esquerda, subindo. Continue sempre na mesma estrada até a Pousada Casarão Veredas, e diante dela, do outro lado da estrada, encontrará um portal do Sítio Toca do Lobo, ponto onde se inicia a trilha da Cambraia (Luminoso), de 5km. A estrada antiga e estreita tem subidas e descidas e foi usada pelos tropeiros. Siga até chegar à Estrada do Lageado. No retorno, uma opção é conhecer a Cachoeira do Lageado.

Extensão do centro da cidade: 8km

Extensão da trilha: 5km

Duração da Caminhada: aproximadamente 2 horas.

 

Trilha do Matão

Trilha de nível fácil, um passeio tranquilo em uma área preservada por dentro da mata, onde se pode apreciar um pouco da flora, e com facilidade, alguns representantes da fauna, principalmente os pássaros de Santo Antônio do Pinhal.

Passando a Escola Noé Alves Ferreira, vire a primeira à esquerda, subindo. A 700m encontra-se a entrada da trilha, com sua saída do Clube Recreativo Pinhalense.

Extensão da trilha: 3km

Duração da caminhada: aproximadamente 1h

 

 Trilha do Tropeiro

Trilha de nível médio. É um caminho muito usado pelos peregrinos para a cidade de Aparecida. O nome “Trilha do Tropeiro” já é histórico. A trilha tem início a partir da SP-50, km 160,8, no Bairro dos Mouras, um lugar muito bonito, com a caminhada em estrada de terra. Você pode conhecer uma olaria, e ver como o tijolo ainda é feito manualmente na região. É uma boa opção para quem aprecia uma caminhada em meio à natureza, aproveitando para saber um pouco da cultura local. A trilha termina na Estrada Vereador Arlindo Inácio Fernandes, na Pousada Villa Mantiqueira. Continuando pelo asfalto, são 4,7km até o centro de Santo Antônio do Pinhal.

Ponto mais alto: 1.900m acima do nível do mar

Duração da Trilha: 1 hora

Distância da Trilha: 3km

Distância de Santo Antônio do Pinhal: 7,7km

Duração até Santo Antônio do Pinhal: 2 horas e meia.

 

Trilha do Zigue-Zague

Nível da trilha: difícil. É uma das trilhas mais conhecidas da região. Inicia-se perto de Campos do Jordão, na SP 123, km 44. Nessa trilha, você pode apreciar a bela vista dos vales e montanhas da Serra da Mantiqueira. A trilha, que se alterna em “single track” em alguns pontos, é aberta em outros. É considerada difícil pela sua extensão de 7,7km, porém a caminhada é compensadora, porque ao seu término, você verá a maravilhosa Cachoeira do Lageado, um dos pontos turísticos mais visitados de Santo Antônio do Pinhal, e com a possibilidade de um bom banho. A partir da Cachoeira, você pode voltar pela estrada do Lageado a pé, 6km até Santo Antônio do Pinhal, ou chamar um táxi.

Ponto mais alto: 1.659m acima do nível do mar

Extensão: 7,7km da SP 123 até a Cachoeira do Lageado e 13,7km até o centro de Santo Antônio do Pinhal

Duração: 3 horas e meia de trilha; até Santo Antônio 5 horas

 

Esporte de Aventura

 

Além do voo livre, Santo Antônio do Pinhal também é o destino ideal para quem procura trilhas, cachoeiras, arborismo, rapel, cascading, mountain bike, motocross, passeios off-road, entre tantas outras modalidades esportivas que colocam o visitante em contato direto com a natureza, sem perder a comodidade e a segurança de quem procura aventuras mais seguras.

 

 

Cachoeira do Cassununga

 

Um pouco mais afastada da cidade, em meio ao ar puro e o clima agradável da montanha, em uma clareira localizada a 15 km do centro, com belas quedas e uma piscina natural que se forma na última delas, encontra-se a Cachoeira do Cassununga, às margens da SP-50 do lado esquerdo da Rodovia, no sentido Sul de Minas – Campos do Jordão. Além de sua paisagem tranqüila e da natureza exuberante que convida a um passeio por uma pequena trilha que se forma em meio a mata, o local conta com estacionamento e quiosques para confraternizações, com churrasqueira e tudo mais.

 

Cachoeira do Lageado

 

Cercada por muito verde, ar puro e a tranqüilidade do interior, a Cachoeira do Lageado está localizada no bairro de mesmo nome (Lageado), e fica a 7 km do centro da cidade com acesso em boas condições por uma estrada de terra. É a cachoeira mais visitada pelos turistas, por oferecer aos visitantes infra estrutura básica para passar bem o dia, como banheiros, áreas para churrasco e piquenique e trilhas em meio a mata.

Caso o visitante goste de adrenalina, uma descida de cascading pode ser agendada previamente no local. A queda d’agua de sua cachoeira forma uma piscina natural em meios às pedras, com fundo de areia, permitindo o banho. Uma pequena taxa de manutenção (cerca de R$ 2,00) é cobrado na entrada do empreendimento, para a manutenção do local – sempre em boas condições.

 

Fonte Santo Antônio

 

Localizada em frente a Praça Benedito Marcondes Raposo (também conhecida como Praça do Artesão), a água da Fonte Santo Antônio é fracamente radioativa, muito pura e de agradável paladar.

 

Fonte Santo Estevão

 

Encravada no meio da cidade, cercada de muito verde, ar puro e a tranquilidade característica do município, na charmosa Praça Santo Estevão, a Fonte Santo Estevão possui águas classificadas como ferruginosas, muito puras e com um sabor agradável e inconfundível.

 

Mirante do Cruzeiro

 

Em um dos pontos mais altos da cidade, a mais de 1,100m de altitude, uma praça de onde se pode avistar toda a cidade.

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